A partir deste novo começo diário, pode ser feliz quanto infeliz. Tudo depende de como se trata o novo e até as coisas comuns do dia-a-dia. A compreensão é a chave para conviver com as identidades, pessoais e dos outros.
O mundo dá voltas, mas às vezes as voltas são rápidas demais, outras vezes voltas previsíveis e cansativas. Mas mesmo assim, não dá pra acordar de manhã e ter certeza do que vai acontecer, nem analisar uma pessoa ou uma situação por um fato ou palavra isolada. Até porque também existem os predicados ruins pessoais e intransferíveis de hoje, de ontem e de amanhã.
A minha vaidade é nunca perder o limite e o respeito pelo próximo. Mesmo quando o outro lado já perdeu o pouco que tinha, espero ser sutil ao chamar atenção. E se nada adiantar espero ter noção suficiente para sair antes de uma briga.
Vaidade porque às vezes eu também me divirto com determinadas pessoas, só que eu não sou idiota a ponto de me dar ao trabalho de dar tanta atenção para tais ações. Tenho discernimento suficiente para que se eu tiver algum problema com alguém ou alguma coisa, eu digo pessoalmente e quando não faço é por coerência ao que acredito que nem vale a pena tentar.