Episódios de uma vida cheia deles ®


Pedidos atendidos?
09/02/2010, 10:10
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Eu realmente queria muito ter folga pra ficar sem fazer nada e folga pra ter tempo de fazer as minhas coisas. Já fiquei sem fazer nada e ter tempo de fazer as minhas coisas não é parar em posições ultra restritas.
Adotar um estilo de vida que consegue ter diversão, entretenimento e ir a eventos culturais, na situação que eu estou vivendo é um ato heróico.
O único critério é fazer coisas em lugares acessíveis.



Slowmotion
08/02/2010, 20:31
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Muita coisa feita (arrumação de quarto, raio x, médico, padaria), num ritmo beeeem leeeento como todas as coisas tem sido feitas nos últimos dias e nos próximos.
A acessibilidade da cidade é precária até nos lugares onde ela devia ser boa (leia-se numa clínica).



Susto
07/02/2010, 12:02
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Das coisas que mais me assustam atualmente é a falta de acessibilidade dos lugares. Principalmente porque já passei por outra situação de não poder caminhar.
Tenho aproveitado o tempo livre pra descansar, estudar e todas as vezes que penso em sair, desisto, porque não sei como estar no lugar.
Eis o porquê de lugar por lugares acessíveis, pra mim tem sido complicado por um tempo determinado, pra quem está com mobilidade restrita pra sempre, é uma filosofia de vida.



Um novo ritmo
05/02/2010, 22:53
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A manhã de ontem começou como muitas outras, eu acordei sonolenta e comecei a arrumar me para ir ao trabalho, no caminho, tudo mudou.
De uma hora pra outra eu revi tudo que não tinha visto e o cotidiano foi alteraldo de maneira brusca. Eu escorreguei e torci o tornozelo. Estou imbilizada por uns muitos dias.
Eu estava numa cotidiano com muitas atividades: estudo, trabalho, vida pessoal…
Ontem, ainda em choque eu tentei não alterar muito a rotina, mas principalmente eu não queria reviver nada do que aconteceu há quase 5 anos.
Passado o 1º choque, tento ser sensata, busquei conselho de uma profissional confiável, tenho de estudar só em casa, não quero ser tão dependente. Mas a verdade é que existem coisas muito novas agora.



Respostas
03/02/2010, 9:35
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O sol tem reinado absoluto em Salvador. Confesso que gostaria muito de ter chuva, mas a temperatura que antes era 30º atualmente está em 33º.
Continuo cansada e sendo obrigada a diminuir o ritmo pelos sinais que o organismo tem dado.
O mundo também tem tido o ritmo diminuído pelos sinais que a natureza dá. Os terremotos no Haiti, as chuvas no sul e no sudeste.
É hora de prestar atenção no ritmo que tempos dado as coisas da vida, porque as consequências sempre vem.



Psiu
02/02/2010, 9:06
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Ontem estive observanto que uma das coisas mais raras atualmente é o silêncio.
Cada lugar que chegamos tem seu som característico e confesso que sinto falta de não ouvir nada, pelo menos por uns instante.
No trabalho, ouço o som dos dedos no teclado, algumas vezes horrível; o som das impressoras (as matriciais incomodam muito) e das bobinas das calculadoras, o som do ar condicionado, o toque do telefone e dos celulares, o som das portas sendo abertas, o som das pessoas caminhando e claro, das pessoas comunicando-se.
Na rua, há o som dos auto falantes anunciando ofertas, o som (ou seria barulho?!) das descargas dos carros, das batidas e das buzinas, som das vozes dos vendedores de jornais, produtinhos diversos de doces e frutas a tênis e varal, além dos entregadores de tablóides.
Quando chego em casa penso que vou sentir o silêncio finalmente… Mas as vezes ele é impossível!
Há o som (ou seria barulho?!) do ar condicionado, do ventilador, do secador de cabelo, do aspirador de pó, da geladeira, da máquina de costura e dos dedos nos teclados teclados, da água caindo, além dos sons que vem da rua, das caixas dos aparelhos e das vozes das pessoas…
Ultimamente, antes de dormir, para descansar de um dia inteiro, mesmo com calor, eu fecho as janelas e tento aproveitar o mínimo de silêncio. Há vezes que dispenso o ar condicionado e o ventilador porque é grande a necessidade de silenciar.

UP DATE

A cidade estava com um som extra, por causa de 2 festas de manifestação religiosa.



Simples
01/02/2010, 11:00
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Tenho observado pessoas egoístas que dificilmente entendem a diferença.
Não se trata de condição de vida, que aliás costuma ser bem razoável, mas sim de conduta. A sensação que tenho é que há sempre uma dificuldade em tolerar o diferente.
Por melhor que seja o indivíduo, não consegue respeitar o jeito de ser do outro. Sinto que indiretamente, há luta por preservação de um castelo de areia.
E diante desta observação, sigo a minha vida preservando poucas pessoas perto de mim e respeitar a outro pessoa ainda que sela completamente diferente de mim.
É complicado aceitar as particularidades, a disconcordância e
as ausências. Nem sempre haverá o apoio para checarmos outras opiniões sobre a nossa conduta, mas isso é fundamental para atestarmos que a “verdade” absoluta não existe.
É mais importante viver coerente com aquilo que se acredita, sem expresso acordo dos outros, porque o  outro é o outro, apenas
isso.
Aceitar aquilo que nós próprios acreditamos nos poupa do convívio com criaturas egoístas e principalmente  na busca incessante por concordância naquilo que só é importante pra nós. Esta conduta de vida iria nos poupar de tantos egoístas e principalmente irá tornar a vida bem melhor, cercada de gente que pratica ações respeitosas e compreensivas.



Respeito é bom e todo mundo gosta
29/01/2010, 9:26
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Uma das coisas que mais lamento atualmente é a capacidade que as pessoas tem de julgar outras pessoas tão rapidamente, as vezes até com má fé. Esquecendo assim o que é mais imprescindível: que é o respeito a individualidade humana.
Há uma diferença tênue entre as impressões que temos entre pessoas, situações e coisas e a forma como externamos isso. Mas me refiro ao fato que tenho observado com bastante frequência, ao notar pessoas
decretando juízo de valor das outras, sem qualquer consideração humana.
Não basta apenas pensar antes de dizer e sim pensar em como vai dizer tais palavras.
E ainda há incoerência nesta postura que é porque as mesmas pessoas que se expressam em relação a 3ºs de modo agressivo, também são capazes de se denominarem doces.



Full time
28/01/2010, 10:32
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Eu realmente sinto muito. Já tem um tempo razoável eu só tenho atualizado este blog com notícias sobre cansaço, dor de cabeça, calor ou tudo isso junto.
Realmente minha vida tem estado monotemática ultimamante em função de um compromisso que assumi.  Mas eu espero colher os resultados deste esforço o mais rápido possível e seguir a vida de modo saudável e ai vir aqui e contar coisas mais agradáveis.
Por exemplo, gostaria muito de poder fazer mais posts sobre moda, recentemente até fiz duas fotos para um post mas não tive tempo de descarregar e sequer de transferir.
Portanto, continuo por algum tempo, continuo aqui, neste ritmo e sempre que possível virei contar sobre situações que acontecem muito perto e comigo.



Fato
22/01/2010, 14:34
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Definitivamente eu estou cansada. Minha semana tem sido contínua há cerca de 2 meses.
Quando me propus entrar neste desafio eu imaginavao que estava por vir, mas não tinha certeza de quão ia ser desgastante.
E o resultado é que tenho tido dor de cabeça diariamente, sei que existem fatores que contribuem para que eu sinta dor, mas o desgaste da minha rotina sem dúvida é o maior deles.
Existe uma autocobrança na maioria das horas do meu dia e reconheço que muitas vezes tenho ignorado muitos padrões afastada da disciplina.
Confesso que até o que é mais frugal tem passado longe do meu cotidiano ou quando acontece vem com tempo medido.
Para as próximas experiências deste tipo vou começar descansando um pouco antes – eu cheguei de viagem às 23.30, as 8 estava no trabalho e às  19 horas em sala de aula. Estabelecerei uma rotina que inclua momentos de descanso e lazer. Com isso não terei a sensação de estar roubando tempo do que quer que seja na hora em que fizer destas coisas.